terça-feira, 1 de setembro de 2009

Amor proibido



Pura adrenalina...
Vive no fio da navalha.
No coração da colina
Ateia fogo em palha.

Flutua sem destino.
Arrisca tudo por um momento.
Segue seu desatino
Na ventania desse sentimento.

Tem começo e fim precipitado.
Inconsequente, não tem juízo.
Amor desalmado... Pecado!
Sofre desiludido.

Assim, é o amor proibido.
É loucura sem pujança...
Vegeta num labirinto,
É alma sem esperança.

Osmar Fernandes

2 comentários:

alana disse...

parabens seu poema é liiindo(iii min indentifiquei muito com ele )
Briigada

Bienvenuti disse...

ASTRID, FIQUEI SURPRESO E HONRADO POR TRANSCREVER AQUI, ALGUNS VERSOS DE BIENVENUTI...

ABRAÇOS