quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Te amo...



Te amo...

Tu não tens medo de me perder
Pois sabes tão, que te quero bem
A solidão é que me faz sofrer
Uma aflição, medo de te perder

Você se faz assim tão distante
A saudade arde, isso é constante
Quero ter você aqui comigo
Quero te amar, quero casar contigo

Só você não vê que estas errada
Me faça entender essa situação
Se você me amava, e me chamava amor
O que aconteceu, porque que terminou?

Você sabe que és minha
Não adianta lutar contra o destino
Vai ser sempre minha menina
E eu serei pra sempre o seu marido

Te amo...

Fernando Vieira

Soneto da distância



Soneto da distância

A distância não me impedirá de te amar
Porque é nela que me alimento
É nela que sinto seu paladar
É ela que acalma meu sofrimento

É a distância que me faz sonhar
Sonhar com o dia que olharei nos seus olhos
Que não resistirei seu encanto
Que enxugará o meu pranto

É na distância que te amo tanto
Que sinto o perfume da sua flor
Que demonstro todo meu amor

É a distância que diz que um dia vou ter você
Que num dia de sol acabará minha solidão
Num dia em que sol tocar seus cabelos terei seu coração

Arnoldo Pimentel Filho

Pegadas na areia



Pegadas na areia

Deixando pegadas na areia,
Assim quero caminhar,
Em passos leves e suaves,
Com nada a se preocupar.

Caminhando sobre a areia fina,
Pisando em delicados grãos,
Sentindo que abraçam meus pés,
Caminho delicadamente,

Quero caminhar em passos solitários,
Refletindo sobre a vida,
Como quem flutua com a brisa,
Caminhando na areia a passos leves

Olho para trás,
Vejo meus passos solitários,
Que deixei na fina areia,
Cujos grãos meus pés moldaram,

Ao olhar, se engana quem pensar,
Que meus solitários passos,
São sinônimos de abandono ou solidão,
Pois estou bem acompanhada, nesta minha caminhada

Acompanha-me em pensamento,
A cada passo, a cada movimento,
“Meu amor”, que por capricho do destino,
Não pode na mesma areia, suas pegadas deixar,

Impedido, de junto a mim caminhar,
Na fina e delicada areia,
Não pode o “Meu Anjo”,
Seus passos junto aos meus moldar

By Metrílica

domingo, 29 de novembro de 2009

Vem



Vem

Vem,
Traz para mim o teu carinho,
O teu olhar, o teu sorriso,
Tudo de ti, que eu preciso...

Vem,
Que o teu sorriso é o meu sorriso.
Que o teu carinho é o meu destino.
Que o teu olhar é o meu caminho.

Vem,
Leva de mim o de melhor,
Que é todo ser do meu amor.
Que é todo amor que é meu ser.

Vem,
Faz-me feliz sendo o meu céu.
Toma de mim, meu outro eu...
Faz deste amor o tudo teu...

Vem,
Que a minha vida está deserta,
Tua presença me completa
E me transforma em imortal.

Vem,
Que viverei eternamente
Num paraíso permanente
Na emoção de ser real.

Marsoalex

Se for preciso



Se for preciso

O meu amor é livre
Consciente
Nasceu para ser feliz
Não quer tristeza
Gosta de viver sem destemor
Quer se mostrar
Sem querer se impor
Nunca poderá ser desvalorizado
Porque encontra em si mesmo o seu valor.

O meu amor é vivo
Como vivos são os sonhos
E tanto como tantos
São os planos
De na realidade se eternizar...

Como a vida
O meu amor caminha apressado
Vive cada hora, estacionado
Esperando o amanhã que logo chegará.

E nós dois
Vamos de mãos dadas, caminhando
Às nossas emoções nos entregando
Fazendo o nosso próprio paraíso
Sem pensar que podem despertar os nossos sonhos
Que podem estragar os nossos planos
Que será duro esquecer, se for preciso...

Marsoalex

Mundo virtual



Mundo virtual

A deusa de meus sonhos vive perto
Embora inatingível, vejo-a todo dia
Mora na minha lembrança, na minha fé
Me encanta a alma em minha fantasia

É a musa de meus versos
Alguns sem nexo, desconexos
Não são versos de poeta
E na minha timidez, sempre desconverso
E fica só no sonho, num mundo virtual
Que me leva ao infinito nesse vendaval

Paulo Gondim
27/11/2009

Um simples gesto



Um simples gesto

Tudo nasce de um sonho,
de uma atitude arrojada
e o que era escuro resplandece,
o que tendia a desabar, fortalece.

Basta um simples gesto
e a vida fica mais bonita...
Renasce a esperança, tempo de acreditar,
o sorriso retesado se abre
num riso escancarado,
a contagiar...

Nos olhos, um brilho exagerado...
“Acenderam o farol do mundo!”
Cores vivas se expandem...e acrescem...
Retocam os vazios desbotados,
combatem a apatia indolente
que, de repente,
se apodera da gente.

Uma nova visão, um novo agir,
postura irreverente,
um mundo diferente...
E o coração pulsa novamente.

A vida se cobre de flores,
exala amores, revê valores,
despreza padrões, ignora tradições,
derruba fronteiras, tremula bandeiras...
Um toque de clarim se ouve:
“ O mundo recomeça!”

Carmen Lúcia