domingo, 9 de janeiro de 2011

Os nossos raios de sol.



Os nossos raios de sol.

Me faço segura pra dizer
que foi de você meu amor
que recebi o melhor presente
da minha vida.

Me senti a mulher mais
amada do mundo, quando
dedicou a mim os primeiros
raios de sol do ano,
a beira mar e logo após
o ato de amor maravilhoso
que só é possível entre agente.

No aconchego dos teus braços,
ao ver aquele nascer do sol
incandescente, senti uma paz
tão grande, a felicidade me
tomou devastadora.

Você me fez começar o ano feliz,
feliz por ser tua amiga,
cúmplice, mulher, namorada,
companheira e "Bua".
E ter a honra, a felicidade
e a sorte de viver ao
lado teu meu amor.

Evelyne Andrade

Quando...



Quando...

O abraço entrelaçar no laço a segurança
O beijo estalar nos ouvidos o 'eu te amo'
O aperto de mãos mostrar seguramente o respeito
A palavra pronunciar sons de paz na alma
O olhar brilhar a esperança de um futuro
A saudade vir acompanhada da lembrança dos sorrisos compartilhados
As lágrimas rolarem no rosto que reflete no espelho a paixão
Quando eu me dei conta que você era meu mundo,
Quando eu quis de volta o laço do teu abraço, o beijo estalado, as mãos carinhosas, as palavras carregadas de doçura, a troca de olhares... só me restou a saudade que alimento com as lembranças dos momentos e, estas lágrimas que molham e esfregam no meu rosto que eu te perdi.
Quando o tempo passar, mais e além do que já passou, levará cravado em cada dia minha oração suplicando o teu retorno.
Quando enfim, eu tiver a grande e talvez única oportunidade de estar ao teu lado a sós só mais uma vez, nada direi desse meu penar e em silêncio farei uma oração contemplando e agradecendo a Deus o brilho do teu olhar que a cada dia é meu sonho de luz do Sol ao acordar!

Hirlana

Ah...



Ah...

O que será de mim sem teu abraço…
Ah… disso eu esqueço.
O que será de mim sem teu beijo…
Ah… isso eu deixo.
O que será de mim sem tua amizade…
Ah… não preciso de caridade.
O que será de mim sem tua mão carinhosa…
Ah…deve existir outra mão ainda mais generosa.
O que será de mim sem teu telefonema
Ah… isso não é nenhum dilema
O que será de mim sem teu amor…
Ah… tenho que confessar, essa é minha grande dor!

Hirlana

Amor e cor



Amor e cor

Adoro ver-te
verde
adoro ter você
branquinho, alvinho
adoro vinho
adoro o sabor da tua boca louca
verde mar...
verde dos teus olhos a me olhar
amarelo do sol para te bronzear
negro como a noite sem luar
tristes são as noites sem o teu olhar
azul é como vejo a vida depois de te amar
vermelho paixão é a cor do meu tesão
vermelho carmim é a cor dos teus lábios sorrindo para mim
azul, amarelo, verde, branco, lilás...
brincar de colorir com você eu quero mais...

francineti

Um amor para encantar.



Um amor para encantar.

Quero falar de amor
Mas como é díficil descrever o amor
Mesmo que este amor seja belo e sedutor
É assim o teu amor...
Um amor companheiro, faceiro, sensual
Melhor que falar de amor é viver este amor
O amor que é meu e teu
um amor ardente... envolvente
Um amor sem igual
Na tua morenice faceira percorro o meu olhar
desejo ardentemente a cada beijo que tu me da
nosso amor é como o namoro da lua com o mar
cheio de poesia e do desejo de encantar
Que vontade de te encontrar nesta noite de luar
encontrar para passear
e também namorar
como é bom a gente conversar
você sorrir e começa a me contar
contas estórias,
declamas poesias,
eu te falo de sonhos e de nostalgia,
dançamos ao som de Tom Jobim
Eu me encanto com o teu olhar,
você só pensa em me ganhar
eu desejo te amar
nesta noite de luar como é bom me encantar com a beleza do teu olhar...

francineti

MÁGICA NOITE



MÁGICA NOITE

O manto da noite cobriu o céu
Com seu véu pontilhado de estrelas
E o pensamento rodopiou ao léu
Ao sabor das marolas

E num tempo distante
Lembrava amores e flutuava
Num bailado de amantes
Que se reencontravam

A ilusão se fez presente
Vestiu-se de versos
Iluminando o semblante

Mais eis que a alvorada se anuncia
E a magia da noite é finda
Na transparência de um novo dia...

Carmen Cecilia

QUANTAS VEZES...



QUANTAS VEZES...

Quantas vezes num impulso,
Teu nome gritei sem pensar
Quantas vezes a vontade pulsou
E você nem pensou no meu pesar

Quantas vezes a chuva miúda
Mesclou-se com minhas lágrimas
E caminhei sem rumo, sem conteúdo
Entre espinhos, sozinha e sem rima

Vesti sonhos tão comuns
Nem liguei para as cartas
Dessa minha sina ingrata...

E me esvai de mim em densa fumaça
Pois se a razão jamais mente
O coração demente não ousou ter lente

Carmen Cecilia